TERAPÊUTICA INTEGRATIVA

HOMEOPÁTICA MULTIDISCIPLINAR

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Saída da “Caverna do Platão”

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Eficácia da Terapêutica e as Etapas

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A Terapêutica Integrativa

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Cartografia da Consciência

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“A vida é breve, mas a arte é extensa, a oportunidade é fugaz, a experiência é perigosa, o julgamento é difícil”

Hipócrates

TERAPÊUTICA INTEGRATIVA

HOMEOPÁTICA MULTIDISCIPLINAR

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Medicina e Consciência

Histórico

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CaduceuSempre ocuparam a minha curiosidade, várias questões essenciais sobre a vida, a consciência, Medicina, doença, decrepitude e morte.

Por volta dos 16 anos de idade, me interessei pela filosofia oriental, como o hinduísmo, a prática do Yoga e suas teorias. Na época, tive a gratificante oportunidade de conhecer o mestre de zen-budismo, medicina oriental e acupuntura Ryotan Tokuda, com o qual iniciei meus estudos, que se seguiram por cinco anos em grupos e em prática.  Aos 17, comecei a estudar Homeopatia numa ótima circunstância, numa época em que vários grupos contribuíram para que essa especialidade se tornasse como especialidade médica em nosso país. E, a partir dos 19 anos, tive uma excelente oportunidade de estudar Medicina Antroposófica em São Paulo. Nesse interessante campo de conhecimento, pude me nutrir também com as teorias e práticas dos estudos Goetheanísticos, considerados uma das fundamentações da Antroposofia e que foram importantes na construção da TIHM.

Em 1986, graduei-me em Medicina pela UFMG, com especial atenção para a Clínica Geral, a Psiquiatria e a Pediatria. Cursei a residência em Clínica Geral em Belo Horizonte e depois em Medicina Antroposófica em São Paulo, na Suíça e na Alemanha com uma ampliação em Clínica, Psiquiatria e a Pediatria. Fiz minha formação em Medicina Homeopática na Associação Homeopática de MG em 1990.

Após cinco anos de atuação na Clínica Geral Tradicional, ampliada por essas outras possibilidades terapêuticas, buscando trabalhar e atuar com o ser humano como um todo integrado, no paradigma corpo-mente, senti a necessidade de ampliar meus estudos sobre a Psicologia moderna. Esse interesse veio como meta em adquirir maior esclarecimento sobre a dinâmica e possível evolução em nível psíquico, os sintomas mentais e sonhos, sintomas esses de alta hierarquia na medicina homeopática desenvolvida por Samuel Hahnemann, médico alemão (1755-1843) e a Psicossomática. Todo esse esforço tem como objetivo selecionar melhor as medicações a serem dadas no sentido de aliviar e prevenir as doenças, o mal estar individual, social do ser humano. Nessa época, me iniciei nesses estudos na Psicologia de Carl Gustav Jung  (1875 – 1961). 

Por volta de 1993 e ao longo de dois anos, tive uma preciosa oportunidade de estudar leitura de Freud com Dr. Jarbas Portela e Psicopatologia Psiquiátrica com Dr. Stélio Lage. Nesse momento, vivenciava o nascimento da minha filha e morte do meu pai, o que intensificou em mim a necessidade de investir nessa busca mais ampla da consciência e de cura. Sincronicamente, nessa época, comecei a elaboração desse método de ampliação da Homeopatia, que nomeei como Terapêutica Integrativa Homeopática Multidisciplinar (T.I.H.M.).

Ela consiste numa releitura da Homeopatia, a partir da integração com os fundamentos da Psicologia, da Psicossomática, da existência do inconsciente, da tripartição humana, em concordância com a Medicina Antroposófica (1979), Goethe (1980), Freud (1988) e Pierre Weill (1977). Hahnemann (2001) iniciou e utilizou a automedicação como um método investigativo na ação das medicações homeopáticas e indicou esse mesmo método para outros estudos. Pude observar e registrar em mim mesma os resultados da TIHM iniciei o desenvolvimento dessa via através da automedicação de forma lenta e gradual. Hoje a Terapêutica encontra-se na sua maioridade, com vinte e um anos, de forma que se pode apresentá-la depois de muitas evidências com ações positivas e longos estudos.

Nesses últimos 21 anos, tempo de construção da Terapêutica, eu fui me nutrindo de uma unidade na diversidade e multidisciplinaridade, no diálogo com diversas fontes como: Psicanálise, Psicologia Junguiana Transpessoal, Arte, Literatura, Teosofia, Eneagrama e Filosofia, para fundamentar e esclarecer, de forma mais consistente e científica, aquilo que estava desenvolvendo. Posteriormente fiz a formação na Escola Brasileira de Psicanálise, Psicossomática, Pós-graduação em Psicologia Junguiana e Psicologia Transpessoal. Mesmo saber estar lidando num campo polêmico que é a eficácia ou não da medicação homeopática e a existência do inconsciente, sua influência na doença ou nas ações dos seres humanos, surpreendentemente pressupõe-se atualmente ter dados suficientes para contribuir e esclarecer esse campo na Medicina. Essas evidências consistem numa casuística quantitativa em torno de 900 casos clínicos com ações positivas significativas na clínica, psiquiatria, pediatria, porque busca-se uma das origens da doença segundo conceitos amplos da Psicossomática.

A T.I.H.M. possui também uma casuística qualitativa em torno de 80 mil páginas com relatos de sonhos dos pacientes que utilizaram a T.I.H.M., demonstrando, de forma clara, a evolução arquetípica em concordância com o processo de individuação em semelhança ao descrito por Jung (1964), Freud (1988), Hahnemann (2001), Wegman/Steiner (1979), como um caminho universal milenar e contemporâneo de autodesenvolvimento e cuidado. Por isso estou a divulgá-la para uma contribuição na melhora da medicina e da sociedade.

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O que é a Terapêutica Integrativa Homeopática Multidisciplinar (T.I.H.M.)

O que é

 

A T.I.H.M. pode ser considerada como uma via complementar, uma ampliação na Homeopatia, a partir de um método multidisciplinar inédito, com boa eficácia clínica. Foi desenvolvido nos últimos vinte e um anos, a partir de uma reinterpretação ou releitura da Homeopatia, em convergência com outras áreas do conhecimento como a Psicanálise, a Antroposofia, a Psicossomática e a Medicina Oriental em uma multidisciplinariedade. Promove uma evolução psicológica catalisando o processo psicoterápico em semelhança do caminho de individuação, em fases, estágios, atenuando a repetição de marcas na memória na psique, padrões identificatórios, elementos negativos da hereditariedade e da animalidade e temperamentos. A T.I.H.M. pode demonstrar a eficácia da Homeopatia, a possibilidade dela estimular a individuação, reproduzível numa casuística qualitativa, em torno de 500 casos até então observados. Evidencia também a eficácia da Homeopatia, através de sua ação positiva clínica e psiquiátrica surpreendente e sua ação na prevenção de doenças. Apresenta-se uma amostra quantitativa com ação clínica positiva (de intensidade variável) em 700 pessoas.

A T.I.H.M. demonstra elementos na dinâmica da psique descrita por Freud (1987), Jung (1998), Weil (1977) e outros, muito importantes para a Psicossomática em concordância com Ramos (1990), Guir (1988), Caldeira and Martins (2013), Wartel (1990) and Mindell (1987). Pode demonstrar a existência de uma cartografia da consciência, como retratada por Jung (1976).

A T.I.H.M. fortalece o eu consciente, no campo do corpo físico, imunológico, corpo vital, emocional e mental, proporcionando um estímulo pulsão de vida, intensifica a ponte EGO-SELF atenuando os obstáculos entre eles, e as as barreiras entre o significante que resistem à significação em nossa mente, uma integração do inconsciente ao consciente, reduzindo assim os elementos patógenos inconscientes, o ego e o eu fragmentado. A atenuação dos conteúdos patógenos inconscientes, em repetição na psique, que são demonstrados nos sonhos, coincide com a redução de elementos da pulsão de morte, sintomas, doenças e mal estar.

“Ademais, devemos lembrar que os mesmos processos pertencentes ao inconsciente tem seu desempenho na formação dos sintomas, tal qual o fazem na formação dos sonhos, ou seja, condensação e deslocamento”. (Freud, 1969, p. 428).

“Para o médico, a enfermidade só consiste na totalidade dos seus sintomas.” (Hahnemann, 1982).

“Os sonhos contêm imagens e associações de pensamentos que não criamos através da intenção consciente. Eles aparecem de modo espontâneo, sem nossa intervenção e revelam uma atividade psíquica alheia à nossa vontade arbitrária. O sonho é, portanto um produto natural e altamente objetivo da psique, do qual podemos esperar indicações ou pelo menos pistas de certas tendências básicas do processo psíquico.” (Jung, 1978).

“O modo específico de o inconsciente se comunicar com a consciência é o sonho. Da mesma forma que a alma tem seu lado diurno, que á a consciência, ela também tem o seu lado noturno, seu funcionamento psíquico inconsciente, que poderia ser concebido como o fantasiar onírico.” (Jung, Ab-reação, análise 2011, p. 31).

Esse desenvolvimento se dá através de uma releitura da homeopatia, do qual seu criador foi o médico alemão Samuel Hahnemann (1810), pós-Freud (1987) e Jung (1998), considerando a sistematização feita por esses autores sobre a existência do inconsciente, onde, Jung (1964, p. 176) relata: “a descoberta do inconsciente é uma das maiores dos últimos tempos” que servirá de fundamentos à formalização da Psicossomática moderna, associados a conceitos da Medicina Antroposófica, e concordância com Bott (1980) e oriental Nei Ching (1975). Basea-se a ampliação dos estudos dos sintomas mentais e sonhos indicados por Hahnemann como fundamentais para encontrar a medicação correta. Pra tal, fundamenta-se, na dinâmica da psique demonstrada no último século pela Psicologia e Psicossomática moderna para conseguir melhora para conseguir um conhecimento real e ampliação sobre a evolução psicológica do indivíduo.

A TIHM sustenta-se em uma nova possibilidade, que é lidar com as medicações homeopáticas segundo uma estrutura ternária, símbolo do homem, evidenciada tanto por Weil (1977), Freud (1988), Wegman/Steiner (1979), Goethe, citado por Steiner (1980).

 Apresenta-se como uma ampliação do método de Hahnemann, da Homeopatia, mantém suas quatro leis básicas: similitude, medicamento único, experimentação no homem sadio, doses infinitesimais.

Utiliza-se de sequências homeopáticas medicamentosas, que se resguardam da possibilidade de criarem patogenesias porque basea-se na estrutura fundamental do homem que é a estrutura ternária e nos sintomas nucleares da neurose e da psicose do ser humano, que são a indiferença na relação com o outro, faz o oposto da vontade e os núcleos de sentimentos de culpa nomeados por Freud (1987) como elementos do Super Ego.

Estimula-se a integração de conteúdos psíquicos arquetípicos femininos e masculinos, inconscientes e conscientes, em concordância com Jung (1971), gerando uma construção do Eu, uma transformação, mudança psicológica do indivíduo, que se refere a uma função transcendente na psique. A função transcendente é importante no processo de individuação, indicado por Jung (1998) como uma via de cuidado e evolução psicológica, harmonização do nosso inconsciente com nosso próprio centro interior, o self.  Todo esse processo, de fortalecimento do self, gera a atenuação dos complexos autômatos, dentre outros. Estimula-se o recordar, o repetir e o elaborar, na busca da atenuação dos padrões de repetição e dos sintomas indicados por Freud (1987), fortalecendo o Eu consciente, liberando o Id, os recalques e atenuando o Super Ego.

“O estado de saúde implica entre os dois polos, se um deles tem a tendência de prevalecer sua atividade, temos o desequilíbrio, a doença. É preciso que o equilíbrio seja restabelecido, cuja principal ação cabe ao coração, que passa a funcionar como órgão sensorial, que sente o que a ele se encaminha do polo superior e do polo inferior; e funciona como uma barragem que catalisa o fluxo sanguíneo a fim de harmonizar as duas tendências opostas”. (Bott, 1980, p. 16).

Temos na Homeopatia, uma nova visão, dentro de um novo paradigma, baseando-se o que é semelhante em todo ser humano, no que é reproduzível, que é a tripartição, Weil (1977), elementos ternários, o neurosensorial, rítmico e metabólico, de acordo com Bott (1980), o superego, ego e id, Freud (1987).

Com o uso da T.I.H.M., estamos atingindo os conteúdos patógenos inconscientes, em nível do metabólico, avançando no rítmico, no sentir, elevando-os ao pensar, no neurosensorial e trazendo-os de volta aos elementos metabólicos, com os padrões de comportamentos identificatórios, marcas, traumas mais conscientes, logo atenuados. Estimula o indivíduo a tomar a direção para si mesmo, com o fortalecimento do eu consciente para obtendo mais satisfação, realizações e felicidade em suas vidas.

Observa-se um efeito negativo para as patogenesias, pois se busca atingir os elementos patógenos inconscientes, em nível do metabólico, avançando no rítmico no sentir, elevando-os ao pensar, no neurosensorial e retornando-os na vontade com esses elementos dos padrões identificatórios já atenuados e logo mais conscientes e levando o indivíduo a tomar a direção em relação a eles, fortalecendo o Eu consciente. Iniciam-se as sequencias homeopáticas em CH 15 para atingir o nível rítmico, Bott (1980), uma abertura para a consciência fundamentando-se na Medicina Psicossomática que nos orienta a recordar, diferenciar, elaborar elementos psíquicos e aproximar se do Eu consciente, certo centro da psique, self e liberar os efeitos fragmentários desses. Pode se dizer que Hahnemann buscava em semelhança esse centro, a psora básica, um ponto de maior equilíbrio no ser humano. Weil (1977), p. 164 diz: (…) “A esfinge como símbolo da estrutura psicossomática do homem (microcosmo)” (…)

(…) “Voltando agora à esfinge, já estamos percebendo que os três animais- o boi, o leão e a águia, cujos símbolos já analisamos, correspondem aos nossos três “mundos” físicos, integrantes do nosso corpo.

– O boi corresponde ao nosso sistema digestivo, localizado no abdômen.

– O leão, ao nosso sistema circulatório, localizado no tórax.

– A águia simboliza o nosso sistema nervoso. ” (…) (Weil, 1977, p. 92).

A definição de cura por Hahnemann, parágrafo 2, Organon (2010):

“O objetivo ideal da cura é o restabelecimento rápido, suave e duradouro da saúde ou a remoção e total destruição da doença em toda sua extensão, através do caminho mais curto, seguro e menos prejudicial, baseado em princípios facilmente compreensíveis.” (Pustiglione, 2010, p. 83).

Aprofundando no critério metodológico para os estudos dos sonhos, Jung (1964) diz: “Levar o inconsciente a sério é, afinal de contas, uma questão de coragem pessoal e integridade” e dos sintomas mentais como de alta hierarquia descrito de Hahnemann, na intenção de encontrar a melhor medicação homeopática para o paciente, tornou-se necessário tomar estudos de Jung/Freud/Lacan e Psicologia Transpessoal, associados aos anteriores, desenvolvendo essa transdisciplinaridade que nomeei de T.I.H.M.

 Considera-se também Pierce (1999), pai da semiótica, dentro da busca da fenomenologia do real, do diagnóstico, da psique a importância de identificar os signos, os símbolos, os significantes, que estão nos sonhos, como principal essência, no inconsciente, trazendo significados, nos indicando índices de estímulos à Pulsão de Vida, expansão do Eu consciente, uma atenuação da Pulsão de Morte, e do Eu fragmentado.

No âmbito da Medicina, por fim, a semiótica, em concordância com Pierce (1999) é a área que se dedica ao tratamento dos sinais, sintomas das doenças/patologias com base no diagnóstico e no prognóstico, utilizando desse amplo campo simbólico. Todo esse campo pode ser descrito desde o inconsciente individual, como o coletivo, como descrito pela Psicologia Transpessoal. Com a utilização da TIHM, foi confirmado em imagens arquetípicas e simbólicas, que ela promove estágios de individuação de evolução, demonstradas em uma cartografia da consciência de acordo com Jung (1988). Todo esse critério científico referente na Psicologia contemporânea nos proporciona uma segurança na observação da uma evolução psicológica do indivíduo.

Fundamenta-se na utilização dos conteúdos inconscientes como elementos de diagnóstico, utilizando-se do sonho como uma marca, um índice, de acordo com Percie (1999) e toda a Psicologia contemporânea, originando-se daí um significado para nos guiar na evolução da consciência, no fortalecimento, uma construção do eu, tanto imunológico, que vai gerar uma homeostase no organismo, quanto um eu psicológico, emocional e mental.  Observa-se que o unicismo, via principal na Homeopatia, trabalha sobre a diferença entre os seres e vários remédios e sua específica semelhança e idiossincrasia. A TIHM toma a via da semelhança entre nós, considerada em toda a trajetória da Psicologia e Psicossomática e Medicina Antroposófica. Vamos ver no indivíduo na sua individualidade, na evolução clínica e psicológica positiva e na sua evolução singular no seu processo de individuação.

Todas as pessoas que se beneficiaram deste método, demonstraram sua eficácia como caminho de cuidado na Homeopatia e na clínica geral e psiquiátrica, na maioria deles podemos suspender ou reduzir a dependência dos medicamentos alopáticos que podem gerar efeitos colaterais. É importante relatar que se utilizam todos os recursos da Medicina tradicional atual, tais como, os exames diagnósticos, prognósticos e terapêuticos da Medicina alopática, utilizando a T.I.H.M., dentre outras medicações como complementares.

Trata-se de uma via, uma possibilidade, logo não se dispensa quaisquer outros  métodos clínicos, psicoterápicos e psiquiátricos que tem efeitos significativos por todo o mundo. Apresenta-se essa vertente, porque a vida me trouxe esse caminho, a partir da interessante e instigante viagem do procurar, do pesquisar e do achar elementos que podem trazer contribuições para cuidados do ser humano.

 

 

REFERÊNCIAS

 

ALEXANDER, F. Psycossomatic medicine. N. York: Norton, 1950.

BOTT, V. Uma ampliação da arte de curar 1 e 2 EDIÇÃO. São Paulo: Assoc. Beneficiente Tobias, 1980. p 16.

CHING, Nei. O livro de acupuntura do imperador amarelo. Portugal. Ed. Minerva. 1975.

FREUD, Sigmund. O ego e o id: uma neurose do século XVII e outros trabalhos. 2. ed. Rio de Janeiro: Imago, 1988. Cap. III, p. 50-51. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud, 19).

_________. Conferências introdutórias sobre psicanálise (Parte III) VOLUME XVI (1916-1917).

HAHNEMANN, Samuel. Muito além da genialidade (vida e obra). Dr. Max Tétau; tradução de Claudine Arantes. São Paulo. Ed. Organon; Lisboa: Biopress, 2001.

JUNG, Carl Gustav. A dinâmica do inconsciente. Obras completas. Tradução de Pe. Dom Mateus Ramalho Rocha. Petrópolis: Vozes, 1998, Vol. VIII. P. 22/64/69/95.

_________. Aion, estudos sobre o simbolismo do si mesmo.  São Paulo. Ed. Vozes. 1976.

_________. O Homem e Seus Símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1964, P. 166.

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PUSTIGLIONE, Marcelo. O Organon da arte de Curar de Samuel Hahnemann para o século XXI. São Paulo: Editora Organon, 2010.

STEINER, R., WEGMAN. I. Elementos fundamentais para uma ampliação da arte de curar. Tradução Sônia Setzer. 1 edição. Associação Beneficente Tobias. São Paulo. 1979.

__________. A obra científica de Goethe. São Paulo: Antroposófica, 1980.

SUSSMANN, David J. Acunpuntura: Teoria e Practica. 4° Edição. Buenos Aires. Ed. Kier. 1978.

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Bases da Terapêutica Integrativa Homeopática Multidisciplinar (T.I.H.M.)

A concepção das sequências de medicamentos homeopáticos vem da correlação entre as ideias de Weigman/Steiner (1979), Pierre Weil (1977) e Sigmund Freud (1987), sobre a estrutura ternária humana. Essa consiste, segundo a medicina Antroposófica, Bott (1980) e em origens remotas segundo Weil (1977) em neuro-sensorial-cabeça, pescoço, rítmico-pulmão/coração, metabólico-sistema digestivo e sexual. Pressupõe-se uma correspondência entre o pensar/neurosensorial, o sentir/rítmico e o querer/metabólico, com o superego, o ego e o id em uma correlação fundamental onde o inconsciente povoa o metabólico, onde estão os elementos em repetição relacionados à pulsão de morte, marcas, tendências identificatórias que pressupõe ser uma das origens das doenças descritas pela psicossomática, nessa multidisciplinaridade acima citadas. Por isso inicia-se com um medicamento metabólico para começarmos a diferenciação, o recordar e em seguida a integração ao eu consciente- Self. O sintoma e a doença relacionam-se também à quadrimembração (corpo físico, vital, emocional e mental) descrita pela medicina hinduísta oriental e medicina antroposófica.

Pierre Weil (1977) também evidencia a importância desse modelo triangular, estrutural humano, neuro-sensorial-cabeça, pescoço, rítmico- pulmão/coração, metabólico-sistema digestivo e sexual, como acima citado, no livro A Esfinge como estrutura e símbolo do Homem, resultado do trabalho apresentado pelo autor no seu doutoramento na Universidade de Sorbonne, em 1972.

Weil (1977) indica a necessidade de serem feitos vários estudos, no sentido de se provar que a esfinge é o modelo estrutural do homem, mas em seu doutoramento ele já afirma isso, tomando a esfinge como microcosmo nas suas relações com o macrocosmo, guardiã dos modelos cosmológicos mais antigos da humanidade.

É necessário decifrar na psique, em si mesmo, Peirce (1990), Miller (1987), dar um significado aos símbolos, aos significantes, aos complexos autômatos, elementos de repetição, o “Eu fragmentado”, o ego, as identificações, papéis, scripts, marcas, para não ser simbolicamente devorado por eles. A repetição de padrões identificatórios favorecem a pulsão de morte, enquanto que a atenuação deles, como é proposto pela psicossomática, constitui um estímulo à pulsão de vida. Se os conflitos e complexos não são decifrados, vive-se como um indivíduo autônomo.

A T.I.H.M. favorece este decifrar, promove uma ressignificação progressiva deste mental condicionante, libertando o indivíduo, aos poucos, dos elementos inconscientes patógenos, dos temperamentos, de sua hereditariedade. Ela baseia-se nesta premissa da estrutura ternária também incorporada pela medicina antroposófica, pela Psicanálise e, mais tarde, pela Medicina Psicossomática.

Os sonhos constituem importante fator nessa T.I.H.M., como em vários caminhos psicológicos, filosóficos e religiosos para evolução humana, sendo observados enquanto expressão de diagnóstico, marcas, arquétipos, de complexos na psique Jung (1998), expressão da psique, do seu inconsciente vindo à tona no Eu consciente para Freud (1987), expressão do sentir e do pensar na visão antroposófica Weigman/Steiner (1979); e sintoma de alta hierarquia Hahnemann (2001).

A ideia do medicamento integrativo é inspirada fundamentalmente em Jung (1971), Dante apud Bonnell (2005) e em sua descrição e indicação de evolução humana no processo de individuação – a realização do indivíduo na unicidade, a harmonização do consciente com o seu próprio centro interior ou Self. Ele relata que o masculino integrado a sua anima atingem o mundo interno e fortalece a ponte Ego-Self, o centro da psique, o Self, o eu consciente, relacionado nesse trabalho também ao eu integrado e tal como o feminino integrado ao animus estimulam o Self, o Eu consciente.  Os medicamentos integrativos estimulam essa pulsão de vida, essa função transcendente, esse avanço na eterificação no alivio de complexos autômatos, atenuam os elementos e emoções negativas, fragmentadas na psique, promovem uma elevação e uma melhora do bem estar preconizada por essas tendências filosóficas curativas. Esses conceitos estão entrelaçados ao conceito da medicina oriental, observa-se o Tao, como estado de totalidade e cura, que se origina na integração do yin e o yang, como conteúdos arquetípicos feminino e masculino  característicos da constituição humanas e universais na cultura oriental, na sua medicina, natureza e sociedade. Pode-se compartilhar desses conhecimentos no livro milenar Tao te King e dentre vários outros no livro de acupuntura do Imperador Amarelo (1927).

CAVERNA DO PLATÃO

“A Alegoria da caverna deixa a situação clara. Platão imaginou que a experiência humana era um espetáculo de sombras:estamos em uma caverna atados a cadeiras, por isso enxergamos sempre uma parede, sobre a qual a luz de fora projeta as sombras de formas arquetípicas ideais. Achamos que as sombras são a realidade, mas suas fontes estão atrás de nós, nos arquétipos. No final das contas, a luz é a única realidade, pois tudo que vemos é luz.” (GOSWAMI, 2008). 

 

REFERÊNCIAS

 

BOTT, V. Uma ampliação da arte de curar 1 e 2 EDIÇÃO. São Paulo: Assoc. Beneficiente Tobias, 1980. p 16.

BONNELL. Robert. Dante, O grande iniciado: uma mensagem para os tempos futuros. Tradução Fulvio Lubisco. São Paulo: Madras, 2005.

CHING, Nei. O livro de acupuntura do imperador amarelo. Portugal. Ed. Minerva. 1975.

FREUD, Sigmund. O ego e o id: uma neurose do século XVII e outros trabalhos. 2. ed. Rio de Janeiro: Imago, 1987. Cap. III, p. 50-51. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud, 19).

______ . Conferências introdutórias sobre psicanálise, parte III. 2. ed. Rio de Janeiro: Imago, 1976. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud, Vol XVI).

______ . Interpretação dos sonhos, parte I e II. 2. ed. Rio de Janeiro: Imago, 1996. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud, Vol IV e V).

GOETHE, Johann Wolfang Von. Fausto, uma tragédia. Tradução de Jenny Klabin Segall. 1. ed. São Paulo: Ed. .34, 2007.

GOSWANI, A. A física da alma. A explicação científica para a reencarnação a imortalidade e experiências de quase morte. 2. ed. São Paulo: Editora Aleph, 2008. p. 11.

HAHNEMANN, Samuel. Muito além da genialidade (vida e obra). Dr. Max Tétau; tradução de Claudine Arantes. São Paulo. Ed. Organon; Lisboa: Biopress, 2001.

JUNG, Carl Gustav. A dinâmica do inconsciente. Obras completas. Tradução de Pe. Dom Mateus Ramalho Rocha. Petrópolis: Vozes, 1998, Vol. VIII.

_________. Aion, estudos sobre o simbolismo do si mesmo.  São Paulo. Ed. Vozes. 1976.

_________. O Homem e Seus Símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1964, P. 166.

_________. Mysterium Coniunctionis I e II. Petrópolis: Vozes, 1971. (Obras Completas de C. G. Jung, v. XIV/II).

_________. Psicologia e Alquimia. Petrópolis: Vozes, 1990. (Obras Completas de C. G. Jung, v. XII).

MILLER, Jacques Alain. Percurso de Lacan: Uma introdução. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 1987.

PEIRCE, Charles S. Semiótica. São Paulo: Perspectiva, 1990.

STEINER, R., WEGMAN. I. Elementos fundamentais para uma ampliação da arte de curar. Tradução Sônia Setzer. 1 edição. Associação Beneficente Tobias. São Paulo. 1979.

WEIL. Pierre. Esfinge:estrutura e símbolo do homem. Belo Horizonte:Itatiaia Ilimitada, 1977, pg 15/112/ 113/117).

ZWICK, Renato. Compêndio da psicanálise. / Sigmund Freud. Porto Alegre: L&PM, 2014.

infografico

COMO FUNCIONA A T.I.H.M.

A INTEGRAÇÃO : SINTOMAS MENTAIS

COMO FUNCIONA

 

  • A Terapêutica Integrativa Homeopática Multidisciplinar (T.I.H.M.) acontece em diversas etapas. Cada uma delas é constituída por quatro fases: 1) integração no corpo físico; 2) integração no corpo vital; 3) integração no corpo emocional; e 4) integração no corpo mental. A cada fase correspondem sete sequências medicamentosas, as quais atuam nos centros vitais, percorrendo o eixo psiconeuroendócrino.
  • Na medida em que as sequências medicamentosas vão atuando sobre os centros vitais e o indivíduo vai passando de uma fase para outra, observa-se que ele, progressivamente, ocupa mais esse centro dentro de si mesmo, expandindo a casa do “Eu consciente” e alcançando um sentimento de plenitude e satisfação.
  • Concomitantemente, ocorre uma atenuação do “Eu fragmentado” e da sua roda de repetições, identificações, traços, marcas na memória, traumas, marcas genéticas e temperamentos. Há uma diminuição da neurose, dos complexos (culpa, inferioridade, rejeição, abandono, etc), das emoções negativas (raiva, ressentimentos, agressividade, medo), da compulsão ao trabalho e dos recalques, bem como uma liberação do prazer e a realização pessoal.
  • Da mesma forma, ocorre uma atenuação dos temperamentos (colérico, melancólico, sanguíneo e fleumático) e um melhor domínio do pensar sobre o querer através da integração daquele com o sentir, com a esfera da consciência do coração. Esse movimento leva ao desenvolvimento do amor ao próximo bem como a si mesmo, e a uma atenuação da necessidade de poder negativo no sentido de dominação, controle na relação consigo e com o outro.
  • A integração progressiva do inconsciente com o consciente ocorre em camadas, em movimentos da psique que seguem: o recordar, o repetir e o elaborar, na busca do Eu consciente Freud (1969); o diferenciar e o integrar, no caminho da individuação Jung (1989); e o integrar do pensar, sentir e querer Steiner (1979).
  • Nesse processo, que é acompanhado através dos estudos de sonhos, dos casos em seus aspectos simbólicos e arquetípicos, observa-se a construção do “Eu integrado”, que sugere estar em correspondência aos conceitos de “Eu consciente” de Freud (1987), de “organização do Eu” Weigman/Steiner (1977), Bott (1980) e do “si mesmo” para Jung (1998) com as respectivas referencias acima citadas.
  • Pode-se caracterizar a cientificidade do método e a sua significativa efetividade clínica através do estudo das sequências, fases, etapas e jornadas, cada uma com suas características singulares, porém com semelhanças em seu desenrolar e na semiologia simbólica das pessoas. O uso dos medicamentos se inicia em CH15/30/100 e as dinamizações aumentam a cada sequência, levando ao cumprimento de fases e etapas no caminho da individuação.

 

 

SEQUÊNCIAS MEDICAMENTOSAS DA T.I.H.M

MEDICAMENTOS

 

SEQUÊNCIAS MEDICAMENTOSAS

 

REFERÊNCIAS

BARTHEL, Horst. Synthetic Repertory. Psychic and general Symptoms of the Materia Medica.

JUNG. Carl Gustav. FRANZ, M. L. O homem e seus símbolos.. Tradução de Maria Lúcia Pinho. 2 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1964.

 

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FASES DA T.I.H.M.

“Por conseguinte, a superação do complexo de Édipo coincide com o modo mais eficiente de dominar a herança arcaica e animal da humanidade” Freud, (1987).

Os casos clínicos são descritos de acordo com a medicação homeopática sugerida e com a anamnese psicológica. Na análise da terapêutica, leva-se em conta a evolução dos sintomas psicológicos, bem como o desenvolvimento dos sonhos dos pacientes, mostrando como eles são catalisados nesse processo psicoterapêutico e como eles acontecem em fases, etapas e jornadas. Relata-se a evolução clínica e psiquiátrica, a partir das declarações dos pacientes.

Os sete primeiros passos representam uma busca avançada para conquistar o auto desenvolvimento. Aqui, o processo permite que o indivíduo “tome a direção de seu veículo”, “as rédeas de seu cavalo.” Este é o objetivo da maioria dos métodos de psicoterapia, que têm o intuito de capacitar o indivíduo a tornar-se ele mesmo, atenuando sua posição de “objeto” nas mãos do “outro”.

Com a casuística qualitativa do uso da TIHM observa-se uma evolução dos casos, e uma correspondência significativa – considerando aspectos alegóricos, simbólicos, arquetípicos – com os 22 níveis de consciência descritos por pós-junguianos, por Dante Alighieri na Divina Comédia, e em vasta cultura, filosofia e religiões antigas.

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A primeira fase caracteriza-se pelo nascimento da consciência do Eu no corpo físico. O indivíduo nasce para o seu Eu no primeiro lampejo de consciência de si mesmo. Ocorre a criação do primeiro eixo psico-neuro-imuno-endócrino do indivíduo, após a ação de sete sequências, cada qual percorrendo os sete centros vitais do organismo, que se referem às sete principais glândulas. Nota-se uma expansão do “Eu integrado”, inicia-se uma ponte do ego para esse “Eu consciente”, e o indivíduo se torna mais sujeito da sua história. Observa-se uma incidência de símbolos arquetípicos que nos remete a significados de renascimento e índices de estímulo à pulsão de vida nos sonhos, tais como: contato com conteúdos de nascimento, o peixe, o ovo de páscoa, o resgate da bolsa como símbolo de identidade, dentre vários outros. Nessa fase, já se abre a consciência para o mental intuitivo, chamado também de Akasha intuitivo, os sonhos se tornam mais claros, com conteúdos premonitórios e mais criativos.

A segunda fase corresponde à integração vital ou no corpo vital, com a criação do segundo eixo do Eu do indivíduo.  Nessa fase, ele adquire vitalidade para o seu Eu já um pouco mais integrado no seu pensar, sentir e querer; ele se encaminha com mais energia para seus desejos e sua vontade. Observa-se uma incidência de símbolos que contém elementos de vitalidade, da água, dos vegetais e um rearranjo positivo na esfera da água. Apresenta, imagens arquetípicas que tem uma correlação com elementos alegóricos do “Batismo da Consciência”.

 

 

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A terceira fase corresponde à integração emocional, ou no corpo emocional, com a criação do terceiro eixo do Eu no indivíduo. Nessa fase, o sujeito é capaz de ter um avanço do domínio diante de si mesmo, do outro e do mundo, com uma mudança de posição. Há um avanço sobre a pulsão de morte, no núcleo de angústia que fragmenta e faz o indivíduo cair no campo emocional, estimulando-se a pulsão de vida. Sua ferida emocional é atenuada, com a diminuição dos sintomas psíquicos e físicos.  Como os núcleos de angústia são responsáveis por uma série de doenças, estas são abrandadas nesta fase, com uma melhora visível dos sintomas. São constatados nos sonhos símbolos com conteúdos alegóricos de ascensão, de um corpo sutil, energético, de elevação, subida de uma escada. Ocorrem imagens simbólicas arquetípicas que tem uma correspondência alegórica com o estímulo à leveza, a transfiguração ou aerificação.

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A quarta fase contribui para uma integração mental, no corpo mental, com a criação do quarto eixo do indivíduo. Ao concluí-la, finaliza-se então a primeira etapa do tratamento, com o nascimento do Eu, que avançou sobre sua fragmentação, gerando seu nascimento num primeiro eixo completo. Surge um primeiro Eu integrado na sua tripartição no seu pensar, sentir e querer, e na sua quadrimembração no corpo físico, vital, emocional e mental. Observa-se a incidência de sonhos com símbolos de transformação, com conteúdos de atenuação do “Eu fragmentado” ou ego, denotando uma purificação do mental. Observa-se imagens arquetípicas que tem uma correspondência alegórica com a atenuação do Ego, ou elementos de crucificação.

 

 

 

Sequências

Feminina

Masculina

1° medicamento

Nux vomica CH 15,30

Lycopodium CH 15,30

2° medicamento

Sépia CH 15,30

Phosphorus CH 15, 30

3° medicamento

Natrum muriaticum CH 15,30

Natrum muriaticum CH 15,30

4° medicamento

Aurum metalicum CH 15,30

Aurum metalicum CH 15,30

5° medicamento Nux vomica CH 30

Lycopodium CH 30

 

 

1ª ETAPA 2ª ETAPA 3ª ETAPA 4ª ETAPA 5ª ETAPA 6ª ETAPA

7ª ETAPA

Integração Integração Integração Integração Integração Integração Integração
Corpo físico Corpo

Vital

Corpo emocional Corpo mental Expressão do Eu Visão Consciência
1ª FASE CH 700 CH 3500 CH 6300 CH 9100 CH 11900 CH 14700 CH 17500
Integração
Corpo
Físico
2ª FASE CH 1400 CH 4200 CH 7000 CH 9800 CH 12600 CH15400 CH 18200
Integração
Corpo vital
3ª FASE CH 2100 CH 4900 CH 7700 CH 10500 CH 13300 CH16100 CH 18900
Integração
Corpo emocional
4ª FASE CH 2800 CH 5600 CH 8400 CH 11200 CH 14000 CH16800 CH 19600
Integração
Corpo mental

Salvar

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ETAPAS

“A meta da individuação não é outra senão a de despojar o si mesmo dos invólucros falsos da persona, assim como do poder sugestivo das imagens primordiais . ”

(JUNG, 1998 p. 64 )

 As primeiras Sete Etapas simplificadas

Considerando uma primeira jornada de 22 etapas, em cada etapa, adquire-se uma atenuação em torno de 4,5%, das repetições de padrões identificatórios, traços negativos de personalidade, scripts.

  • Na primeira etapa, constrói-se o primeiro eixo do indivíduo no corpo físico e a primeira integração do Eu nos quatro corpos. Expandindo o primeiro nascimento que ocorreu como um lampejo na primeira fase, agora ele está no seu primeiro estágio como sujeito. Adquire-se o primeiro agir integrado com o seu pensar e sentir.
  • Na segunda etapa, há a expansão da integração vital mais ampla que ocorre na segunda fase; o indivíduo ganha um aumento da vitalidade para exercer sua própria vontade, avança como buscador de “si mesmo”.
  • Na terceira etapa, realiza-se a integração emocional mais ampla que ocorre na terceira fase de forma expandida; o “Eu consciente” começa a exercer sua vontade sobre o campo emocional; inicia-se uma mudança de posição.
  • Na quarta etapa, observa-se uma expansão da integração mental mais ampla que ocorreu na quarta fase; o indivíduo adquire um estado de ser além da fragmentação de sua mente; atenuam-se o ego, os instintos inferiores e as emoções negativas, de forma mais significativa.
  • Na quinta etapa, há uma expansão do nascimento do Eu, na sua expressão verbal, além da identificação triangular, edípica; aqui, de fato, ocorre o nascimento de uma individualidade consistente, do Self. Há uma atenuação mais intensa dos complexos, principalmente de culpa e inferioridade e observa-se um contato mais amplo com o “mental intuitivo”. Apresentam-se, nos sonhos, símbolos arquetípicos de contato com o sagrado, como a igreja, o altar, o “Santo Graal”, na cultura cristã, o “Mercabat” na cultura judaica.
  • Na sexta etapa, a individualidade, que nasceu na quinta, adquire a visão de seu drama pessoal e ocorre uma clarificação da mente. A pessoa retorna em cenas centrais de seu drama na memória e há um esvaziamento da persona com relação a aspectos mentais.
  • Na sétima etapa, a individualidade alcança a consciência, isto é, o indivíduo tem um estímulo para agir mais em consonância com o seu pensar e sentir, consegue ser sujeito de si mesmo, atenuando suas projeções e o lugar de objeto na relação com o outro. Pode-se dizer que o “Eu consciente” alcançado neste estágio tem uma correspondência com o objetivo das psicoterapias em geral. Observa-se no indivíduo uma atenuação na relação com o poder negativo, primitivo, e uma expansão do amor na relação consigo e com o outro.

Exemplo de evolução clínica: O transtorno depressivo leve melhora na primeira e segunda etapas, o moderado tem sua melhora na quinta e o grave pode ter sua melhora na quinta ou sétima etapa. Quanto maior o avanço do indivíduo com o uso da T.I.H.M., melhores serão os resultados clínicos, psiquiátricos e preventivos, ou seja, a Terapêutica possui um efeito cumulativo.

 

“Cartografia da consciência”

Essa cartografia representa, em primeira visão holográfica, as primeiras Sete Etapas, que podem representar os 22 níveis.

Cartografia da consciência universal expressa por Jung:

“O vencedor é aquele que enfrenta o combate dos opostos (consciente e inconsciente)e então a visão literalmente se amplia, o sol ilumina o que antes se encontrava na escuridão. O três e o quatro já remetem a passagens anteriormente desenvolvidas. O três já é uma vitória sobre os opostos e muitos param aqui (albedo). Os que prosseguem até o quatro perfazem o quatérnio completo (rubedo) e inscrevem na existência a sua vitória sobre a determinação do inconsciente. É o vermelho da vida, o sangue do coração, sem o qual não se atinge a plenitude”

Carl Gustav Jung, Aion (1988).

“O Juízo Final” –  (Michelangelo Buonarroti, Capela Sistina, 1541)

CARTOGRAFIA

 

 

O Jardim das Delícias Terrenas é um quadro que descreve a história do Mundo a partir da criação, mais uma cartografia da consciência arquetipicamente falando, apresentando o paraíso terrestre e o Inferno nas asas laterais.  (Hieronymus Bosch – 1504)

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O Buda da Medicina 

Representa uma cartografia da consciência com imagens arquetípicas da cultura oriental

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Mapas do inferno BOTTICELLI

RESULTADOS DA T.I.H.M.

Efeitos e resultados da Terapêutica Integrativa Homeopática Multidisciplinar

O processo de individuação da qual estamos pesquisando é alcançada em fases, etapas e jornadas. Observa se que é um processo complexo e amplo. Todo esse sistema que se adquire com as etapas da T.I.H.M. possui uma correspondência com os 22 níveis da consciência descrito na Psicologia de Jung em concordância com Nichols (1980)  e Bonnell (2005) e em varias correntes filosóficas.

Em torno de 90% dos pacientes relatam e confirmam os efeitos positivos da Terapêutica por se sentirem mais integrados consigo mesmo, mais centrados, seguros, felizes, mais conscientes e plenos no caminho como sujeitos em suas vidas.

De acordo com os resultados na prática clínica e dos relatos dos pacientes, observa-se que a T.I.H.M. possui efeito cumulativo, isto é, sua efetividade ou, a melhora das pessoas é progressiva, quanto mais investe no uso da medicação, mais adquire-se uma melhora mais segura e efetiva.

 

Casuística

A T.I.H.M. foi sistematizada em 700 casos, sob parâmetros quantitativos e 500 sob parâmetros qualitativos devido ao fato de que apenas em torno de 600 casos possuem relatos claros dos sonhos. A observação dos casos, além de relatos dos pacientes, demonstrando o estudo dos sintomas mentais e sonhos, mudanças de comportamento e sintomatologia em cada dose da sequência, em cada fase e em cada etapa.

A casuística quantitativa foi feita de duas formas:

  • Por diagnóstico, ação positiva com as variáveis de tempo de tratamento e etapas realizadas.
  • Por diagnóstico clínico e sua eficácia.

A Terapêutica apresenta resultados positivos nas doenças, com classificações em bons (30/40% de melhora), muito bons (70/80%) e ótimos efeitos (remissão total), até então constatados pela pesquisa em diversas áreas da medicina, tais como:

Afirma-se que a casuística qualitativa é da maior importância, pois estamos lidando com a expressão do sujeito sistêmico, o terreno, o doente. Toda essa evolução clínica e psicológica é orientada pela luz da Psicologia, Clínica e Psiquiatria.

A Terapêutica Integrativa Homeopática Multidisciplinar (T.I.H.M.) pode demonstrar uma ação positiva na clinica geral, com eficácia significativa, porque estamos indo em uma das origens da doença pela via Psicossomática:

Psiquiatria: Transtornos depressivos: 446 casos, Transtorno bipolar, Transtorno Obsessivo Compulsivo 4 casos, Transtornos de Pânico: 123 casos, Transtornos de Ansiedade: 364 casos, Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão 280, Transtornos Psicóticos: 5 casos, Transtornos de Hiperatividade (TDAH): 8 casos; Transtorno de Humor: 8 casos, distúrbios do sonos: 55 casos.

Aparelho sistema nervoso: Esclerose Múltipla 2 casos; Enxaqueca: 81 casos.

Aparelho respiratório: Bronquite asmática, rinite alérgica, sinusite: 152 casos, amigdalite de repetição: 187 casos no total; Aparelho circulatório: Hipertensão arterial: 15 casos, transtornos estenocárdicos: 12 casos; Aparelho digestivo: Gastrite, duodenite, esofagite. cólon irritável: 35 casos. Aparelho geniturinário: 15 casos, Cistites de repetição, Infertilidade de origem psicossomática, 6 casos; transtornos hemorrágicos: 6 casos. Doenças de pele: Dermatite atópica: 8 casos, neurodermite, desidrose: 2 casos, dermografismo: 3 casos, transtorno urticariformes. Reumatologia: Artrite reumatóide: 2 casos.

NOTA: Alguns casos possuem mais de um diagnóstico ao mesmo tempo. Em torno de 20 a 30% dos casos utilizam a medicação alopática e fitoterápica e/ou antroposófica concomitantemente. 

REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

 

BOTT, V. Uma ampliação da arte de curar 1 e 2 EDIÇÃO. São Paulo: Assoc. Beneficiente Tobias, 1980. p 16.

CHING, Nei. O livro de acupuntura do imperador amarelo. Portugal. Ed. Minerva. 1975.

FREUD, Sigmund. O ego e o id: uma neurose do século XVII e outros trabalhos. 2. ed. Rio de Janeiro: Imago, 1988. Cap. III, p. 50-51. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud, 19).

_________. Conferências introdutórias sobre psicanálise (Parte III) VOLUME XVI (1916-1917).

HAHNEMANN, Samuel. Muito além da genialidade (vida e obra). Dr. Max Tétau; tradução de Claudine Arantes. São Paulo. Ed. Organon; Lisboa: Biopress, 2001.

JUNG, Carl Gustav. A dinâmica do inconsciente. Obras completas. Tradução de Pe. Dom Mateus Ramalho Rocha. Petrópolis: Vozes, 1998, Vol. VIII. P. 22/64/69/95.

_________. Aion, estudos sobre o simbolismo do si mesmo.  São Paulo. Ed. Vozes. 1976.

_________. O Homem e Seus Símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1964, P. 166.

_________. Mysterium Coniunctionis I e II. Petrópolis: Vozes, 1971. (Obras Completas de C. G. Jung, v. XIV/II).

PUSTIGLIONE, Marcelo. O Organon da arte de Curar de Samuel Hahnemann para o século 21. São Paulo: Editora Organon, 2010.

STEINER, R., WEGMAN. I. Elementos fundamentais para uma ampliação da arte de curar. Tradução Sônia Setzer. 1 edição. Associação Beneficente Tobias. São Paulo. 1979.

__________. A obra científica de Goethe. São Paulo: Antroposófica, 1980.

SUSSMANN, David J. Acunpuntura: Teoria e Practica. 4° Edição. Buenos Aires. Ed. Kier. 1978.

 

 

 

DEPOIMENTOS de pessoas que utilizam a T.H.I.M.

1º – DEPOIMENTO
A Terapêutica Integrativa melhorou, enormemente, minha qualidade de vida. Minha saúde está ótima, com o sistema imunológico muito forte, pois nem as gripes usuais me atingem. Estou em paz com minha personalidade e centrada em mim mesma, além de ter a intuição muito aguçada. Recomendo fortemente, a Terapêutica Integrativa para todas as pessoas que desejem viver melhor.
Cristina Werkema – Engenharia Química, Master em Estatística.

2º – DEPOIMENTO
COM OS OLHOS NO CÉU
Dôra Bragança, médica e psicanalista mineira, desenvolveu uma terapêutica, com base na homeopatia, graças a uma vasta gama de conhecimentos que adquiriu ao longo de sua extensa e bem sucedida carreira clínica, em Belo Horizonte. Esta terapêutica finca seus pilares na medicina psicossomática, na homeopatia, na antroposofia e, articulando as três, num todo uníssono, na mística, ocidental e oriental, daí o título que dei, significativamente, a este meu depoimento: com os olhos no céu.
O objetivo desta terapêutica, notadamente, sem contar com a circunstância, relevante, e paralela, de trazer alívio para o corpo, curando-o, por esta via, dos vários males que o acometem, é o encontro do homem consigo mesmo, ou com o si, ou com o self, a se querer render-se à linguagem utilizada por Carl Gustav Jung. Muitos diriam, filosoficamente, que se trata de um encontro com a Ideia do Bem, de Platão, ou, num outro contexto, religioso, com o Soberano Bem, de Tomás de Aquino, um e outro identificando esta ideia com o Ser que possui a perfeição absoluta: DEUS.
E isso é proporcionado, dito de forma bem singela, pela ingestão de substâncias empregadas, normalmente, na homeopatia, cujas potências, que aumentam de 100 (cem) em 100 (cem), gradativamente, transformam, alquimicamente, se me é permitido expressar dessa maneira, a unidade psicossomática em que se constitui o ser humano, transformação que passa pelo crivo da análise que, pari passu, é feita por Dôra Bragança, que nunca deixa de enfatizar a saída da repetição a que se é levado, nesta empreitada, aquietando-se no Ser. Trata-se de um verdadeiro ágape (banquete de caridade que os primeiros cristãos celebravam), em que o sentido da convivência e da caridade, imanente ao auto-conhecimento, assume a liderança, já no princípio da terapêutica. É tudo o que posso dizer.
Carlos Alberto Bonfim – Advogado (Juiz do trabalho aposentado)

3º DEPOIMENTO
Eu vim por causa dos meus sentimentos primitivos que melhoraram muito.
Melhorou bem a minha ansiedade, a colite acabou e a minha Pressão arterial normalizou. Muito obrigada.
Diva Costa Lanna.

4º DEPOIMENTO
Sigo há vários anos com a Terapêutica como um tratamento complementar a minha saúde e na busca do autoconhecimento. Seu carácter convergente em busca do equilíbrio e bem estar, me parecem muito assertivos e com certeza tem me apoiado nos processos curativos e criativos. Sempre vi os sonhos como uma chave de insights e descobertas e sinto que, a cada dia, melhor os compreendo e decodifico. Também me sinto progressivamente mais segura e centrada, capaz de lidar com momentos de incerteza e dificuldade. E capaz de me reinventar a cada passo.
Patrícia Reis Alvin – Publicitária.

5º DEPOIMENTO
Submeti-me a Terapêutica até a sétima etapa. Eu não tinha nenhuma queixa física relevante, entretanto senti uma melhora para o esporte e para a vida no geral. Observei uma redução progressiva da angústia, um aumento da auto aceitação da autoconsciência e da percepção de si mesmo sem autojulgamentos a espontaneidade tornou se regra, a minha vida se torna mais fluida, com menos medo, culpa, me relacionando melhor com mais verdade e menos drama. Sinto-me muito bem fisicamente e psiquicamente.
Fernando Pimenta – Médico.

6 º DEPOIMENTO
“O tratamento com a Terapêutica fortalece a minha saúde física, emocional e mental há muitos anos. Seja através da compreensão dos meus sonhos, no autoconhecimento ou no aprendizado constante com Dora Bragança, a Terapêutica faz parte alegremente da minha vida.”
Renata Pereira -Publicitária.

7º DEPOIMENTO
Iniciei a Terapêutica com a minha filha aos 2 anos e meio, que usava antibióticos mês sim mês não, ao iniciar o tratamento ela ficou onze meses sem o uso dos antibióticos teve uma melhora da imunidade dela e a parte emocional se tornando uma criança mais calma e centrada…ao final do tratamento dela, eu e meu marido também fizemos e ficamos bastante satisfeitos também.
Andrea Araújo.

8º DEPOIMENTO
A Terapêutica Integrativa me forneceu um app ao auto-conhecimento e grande compreensão nas buscas de maior entendimento à baixa energia e stress que eu estava passando;  Em suas várias etapas, fui revendo e aprendendo comigo própria à potencialidade da energia, do amor, e a importância do auto-conhecimento para se curar de stress, de somatizações por vezes estéreis. Isto me tirou de crises de sinusites, dores de cabeça, grandes insônias e angústias.
Uma maior harmonia interna e um fortalecimento na alma é o que me ocorreu na terapêutica. O acompanhamento da Dra. Maria Auxiliadora, aos sonhos, e ao estado geral da boa clinica que é, me fortaleceu normalmente e de uma forma crescente, na medida em que a terapêutica foi se evoluindo pelas sequências.
Uma conscientização do corpo, do cuidar-se bem em todos os níveis energéticos, me foi dada nesse sentimento de amor próprio, de amor à vida, ao todo, ao universo. Esta terapêutica interativa me ajudou neste sentimento de amor, de reconhecimento e discernimentos na plenitude do amor à vida mesmo..e isto me fez mais forte e saudável.
Tenho todo agradecimento à Dra Dora Bragança, nesta trilha boa que me conduziu, da Terapêutica Integrativa.
Beijos querida amiga.
Mônica Sartori (artes-plásticas, artista-plástica e professora de arte).

9 º Depoimento
O tratamento com a Terapêutica Integrativa atenuou a minha ansiedade, trazendo a minha mente mais para o momento presente. Compreendi e tomei consciência de padrões repetitivos, o que me auxiliou a observar o meu comportamento e evitar  novas repetições disfuncionais. Hoje me sinto mais flexível para lidar com os desafios que surgem no meu caminho. O meu sistema imunológico ficou fortalecido raramente eu apresento algum sintoma ou doença física. Foi um processo muito benéfico ativando inclusive o meu alegria e fé. Sou muito grata a Dora Bragança.
Maria Amélia Cortes Facury
Assistente Social- Terapeuta

10º Depoimento
Conheci a Dora em um evento e logo me interessei pela Terapêutica apresentada. Estava passando por um período conturbado em minha vida, havia feito terapia tradicional anteriormente, mas estava “faltando algo”. Eu ainda estava em um loop emocional que não conseguia me livrar. Logo que iniciei a Terapêutica com a Dora, as “coisas” começaram a mover-se. Minha autoconsciência aumentou e, na medida em que eu galgava os níveis, sentia-me mais confiante, segura, mais perceptiva e assertiva e mais centrada. O apoio dela durante as sessões (e fora delas), seu cabedal de experiências e sua visão sistêmica ajuda sobremaneira nossa evolução. Nunca tinha me deparado com esse tipo de abordagem e me surpreendi com os resultados rápidos e duradouros da Terapêutica. Para a Dora, só tenho agradecimentos!
Aline Caldas- Desenho industrial-Master Coauching.

11º Depoimento
Gosto de resultados e a terapêutica, tem promovido reais mudanças e transformações na minha personalidade. Agradeço muito a Dora Bragança.
A.F.P.

12º Depoimento
Em 2008 tive a benção de receber a recomendação de tratar c a Dra Maria Auxiliadora Oliveira Bragança. 2008 tive a benção de receber uma  recomendação para tratar com Dra. Maria Auxiliadora Bragança.  O casal que me a indicou estava aliviado e surpreso diante da rapidez e cura de uma condição de pele severa da esposa.  A senhora, minha conhecida desde a infância disse que a condição tratada sem sucesso  por vários anos, médicos e considerável despesa foram curados em menor tempo por Dra. Maria Auxiliadora e sua Terapêutica.  Em sua recomendação, o casal sugeriu enfaticamente que eu a procurasse para que ela pudesse compartilhar comigo sua “Terapêutica transformadora”.  Eu e minha filha, então com seis anos, nos tornamos pacientes de Dra. Dora Bragança.
Fui a ela durante meu divórcio litigioso e separação que duram nove anos.  Me perguntava por que experimentava tal situação e desafios emocionais, físicos, psicológicos e espirituais.  Para adicionar insulto a injúria, deixei de crer em Deus. Nesta escuridão, me tornei vítima e prisioneira em um país estrangeiro.  Exilada, longe de tudo e de todos, Dra. Dora tratou de mim e de minha filha consistentemente durante todos esses anos usando medicina alopática, homeopática e sua Terapêutica.
Durante todos esses anos de desafios pessoais e profissionais, nunca ficamos doentes.  Conseguimos encontrar  resolução, solução e paz para todos os desafios que nos fizeram face.
A Terapêutica nos dá instrumentos para praticarmos a transformação de nossas angústias, frustrações, medos e ódios em perdão, claridade, bondade e compaixão. Minha analogia favorita para expressar a transformação positiva em nossas vidas é comparar a Terapêutica a alquimia que nos leva do inferno para o céu.
Acreditamos que a Terapêutica nos trouxe saúde e  maior constante e confortador equilíbrio  emocional e psicológico.  Também,  nos ensinou a prática do perdão e garantiu seu sucesso.  Hoje, vivemos e respiramos com mais saúde, equilíbrio (em 360 graus!), humor  e alegrias consistentes.  Profissionalmente e escolasticamente minha filha e eu somos mais bem sucedidas.
A Terapêutica nos trouxe a aliviadora leveza do perdão para nós e para os que trabalharam para tirá-lo.   Levou-nos a descoberta maravilhosa e transformadora  de um pouco de nós mesmos, da bondade, da calma e compaixão.   Na prática, a terapêutica nos ensina a nos ver no outro, no próximo.  Ao contemplarmos isto, o ego enfraquece e com frequência cada vez maior sentimos gostar e amor por tudo e por todos.
Finalmente, é menor o peso e a energia de nossas dores e enfermidades físicas e emocionais.   Nossas vidas agora têm mais saúde, alegria, sucesso, e paz de mente e espírito.
Recomendo a Terapêutica para adultos e principalmente crianças, adolescentes e jovens adultos.
R. P. Guimarães – Windsor , Colorado – USA

13° Depoimento
Sempre quis externar a admiração e gratidão pela Dra. Dora Bragança.
Com sua sensacional Terapêutica Integrativa ela cuidou com êxito de mim e de toda a minha família, desde sinusite incurável do meu filho Felipe, até uma nova compreensão e conhecimento emocional, físico e espiritual de todos.
Com imensa generosidade vinha até minha casa aos sábados, para cuidar de meu marido Ricardo, recém acidentado.
Seu trabalho, de elevado cunho científico, deve ser conhecido e reconhecido mundialmente, pois os benefícios são inesgotáveis.
Obrigada por tudo Dra. Dôra Bragança, sucesso sempre em seu caminho.
Nazik Jurdi Guimarães

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PRIMEIRA ETAPA

Primeira Etapa Aprofundada

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SEGUNDA ETAPA

Segunda Etapa Aprofundada

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TERCEIRA ETAPA

Terceira Etapa Aprofundada

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QUARTA ETAPA

Quarta Etapa Aprofundada

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QUINTA ETAPA

Quinta Etapa Aprofundada

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SEXTA ETAPA

Sexta Etapa Aprofundada

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SÉTIMA ETAPA

Sétima Etapa Aprofundada

"Todas as coisas que exercem qualquer ação e seu número é incalculável, pode influenciar em nosso corpo que são, em conexão e em conflito com todas as partes do universo, em produzir diferentes efeitos tão variados como as mesmas causas que os determinam"

A Medicina de Experiência (1805)

O LIVRO

SOBRE O LIVRO

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O LIVRO

A Terapêutica Integrativa Homeopática Multidisciplinar (TIHM) vem sendo desenvolvida desde 1996. Demonstra efetividade de respostas a uma via terapêutica essencialmente homeopática que, no entanto, aprofunda essa especialidade e atesta sua eficácia, com um embasamento científico multidisciplinar. Isso se dá através de uma releitura da mesma, considerando a sistematização feita por Freud e Jung sobre a existência do inconsciente e associando-a a conceitos da psicossomática moderna e medicinas antroposófica e oriental.

“A vida é breve, mas a arte é extensa, a oportunidade é fugaz, a experiência é perigosa, o julgamento é difícil”.

    Hipócrates

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"A coisa mais incompreensível sobre o universo é que ele é compreensível"

Albert Einstein

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